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Ecos do 24º Grito dos Excluídos em Minas Gerais

Movimentos, pastorais e organizações sociais que atuam na Arquidiocese de Mariana se preparam para a manifestação, que esse ano será realizada em Congonhas.

Neste 7 de setembro, a cidade de Congonhas será palco do 24º Grito dos Excluídos e Excluídas. A Arquidiocese de Mariana iniciou os preparativos para o ato no dia 19 de julho, em uma reunião realizada na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Congonhas.  Este ano, a manifestação conta com o tema “Vida em Primeiro Lugar” e o lema “A desigualdade gera violência: basta de privilégios!”, com o objetivo de valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor.

A coordenadora da equipe de mobilização da Cáritas Regional Minas no processo de cadastramento dos atingidos e das atingidas pela barragem de Fundão em Mariana, Bruna Monalisa, explica que a atividade tem uma importante dimensão sociopolítica e é construída com a colaboração de vários sindicados e movimentos sociais. A chegada e acolhida dos participantes está prevista para às 7h, na Praça da Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Às 9h30 todos seguem em caminhada até o Santuário do Bom Jesus, onde será celebrada a missa às 11h.

Padre Paulo, em depoimento para o site da Arquidiocese de Mariana, afirma: “Esperamos que o Grito seja valorizado. Pois, ele nos leva a refletir sobre as várias situações de desigualdade, de violência, sofrimento, das políticas públicas que não acontecem, da degradação do meio ambiente e sobretudo do ser humano. O Grito é uma expressão em favor da vida. O objetivo é priorizar a vida, porque quem mais sofre são os mais pobres e os excluídos”.

Saiba AQUI mais informações.

Por Ellen Barros e Suzane Pinheiro, comunicadoras populares da assessoria técnica da Cáritas Regional Minas Gerais aos atingidos e atingidas pelo rompimento da barragem em Mariana.

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